Programa sobre alternativas do fogo na Região Amazônica começa a ser implantado na região norte

O programa  tem por objetivo reduzir a incidência dos incêndios na região mediante o emprego de práticas alternativas às queimadas, contribuindo assim para a proteção ao meio ambiente e para a melhor qualidade de vida das comunidades locais

Teve início na última segunda-feira, 18, a implantação do Programa de Formação Técnica sobre as Alternativas ao Uso do Fogo no Processo de Desenvolvimento Sustentável da Região Amazônica. Este programa é resultado de uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, a Cooperação Italiana, o Centro Especializado PREVFOGO – Ibama e o Serviço Florestal Brasileiro, com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e de entidades parcerias locais.

No âmbito do MMA esta parceria envolve a Secretaria de Desenvolvimento Rural Sustentável – Projeto Gestar e o Departamento de Educação Ambiental (DEA). O Prevfogo/Ibama em conjunto com o Corpo de Bombeiros Militar do DF é responsável pela coordenação do módulo de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais.

O programa que foi inaugurado esta semana em Belém e Itaituba (PA) e Juína (MT) tem por objetivo reduzir a incidência dos incêndios na região mediante o emprego de práticas alternativas às queimadas, contribuindo assim para a proteção ao meio ambiente e para a melhor qualidade de vida das comunidades locais. Quer também aprimorar a eficiência e a eficácia das ações do governo destinadas a ampliar localmente a aplicação de metodologias de contenção de incêndios e contribuir para o desenvolvimento sustentável do território.

Ao longo de 10 meses, os municípios de Altamira, Belém, Itaituba e Santarém, no estado do Pará; Alta Floresta, Juína e São Félix do Araguaia, em Mato Grosso; e Rio Branco, no Acre, abrigarão centros de formação do curso, que – dividido em dez módulos num total de 250 horas-aula – formando cerca de 400 agricultores e técnicos de diversas instituições na área de influência da BR-163. As aulas serão ministradas de forma intensiva, durante três dias por mês.

Cada centro de formação receberá 50 alunos. Os participantes do programa foram selecionados por sua capacidade de difundir os conhecimentos recebidos em suas respectivas regiões. Neste processo foram priorizados líderes comunitários, extensionistas rurais e técnicos de órgãos públicos, federais, estaduais e municipais.

Fonte: Ibama

Compartilhe:

WhatsApp
Facebook
Twitter