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Observatório de segurança escolar planeja ações para 2022

Representantes do Observatório de Segurança Escolar e Articulação Interinstitucional e Comunitária realizaram uma reunião nesta quarta-feira, 8, na Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE) para aprovar o regulamento interno e para alinhar o plano de ação a ser executado em 2022.

Participaram da reunião a professora Aline Brandão, representando a SEE, o tenente João Jácome, representando a Polícia Militar do Acre (PMAC), a delegada Mardia El-Shawwa, representando a Secretaria de Segurança Pública, o promotor Ricardo Coelho, representando o Ministério Público do Acre (MPE), além da professora Milla Moreira, coordenadora do núcleo de segurança escolar da SEE.

Eles representam a coordenação geral do observatório, que possui uma coordenação técnica, encarregada de atender aos chamados das escolas, além de uma coordenação consultiva e deliberativa, cuja finalidade é instituir as resolutividades das problemáticas de criminalidade e de violência nas escolas.

Representantes do Observatório de segurança escolar se reuniaram na SEE.
Foto: Stalin Melo

De acordo com Aline Brandão, um dos objetivos do observatório é contribuir com os gestores, orientando na formação em relação a violência, a indisciplina e a criminalidade nas escolas, criando uma cultura de paz e encaminhando às instituições as resolutividades, de acordo com a lei.

“É cada instituição cuidando da sua temática e o observatório entrando como órgão articulador da resolução dos problemas enfrentados e encaminhados pelos gestores e pelas escolas”, destacou.

Os trabalhos do Observatório de Segurança Escolar se fazem necessários na medida em que retornam as aulas presenciais. “Com o retorno das aulas presenciais também retornam algumas dificuldades para as escolas, algumas mazelas que são trazidas da própria sociedade e que são identificadas dentro da escola”, afirmou.

“Então, o Observatório inicia efetivamente o seu trabalho com o retorno da aula presencial e nós temos um plano de ação pensado para 2022, uma formação e um apoio à escola para lidar com essas questões de violência”, frisou a professora.

Para o tenente João Jácome, que representou a PM na reunião, esse encontro se fez necessário, na medida em que já existe uma grande demanda relacionada à violência e que acaba por impedir o bom funcionamento do ambiente escolar.