Doe órgãos

Nazareth Araújo prestigia campanha Setembro Verde que conscientiza sobre transplantes

Governadora em exercício esteve presente na abertura do ato ao lado da Biblioteca Pública (Foto: Val Fernandes/Secom)

No Dia Nacional de Doação de Órgãos, a governadora em exercício Nazareth Araújo participou na manhã desta quarta-feira, 27, da Campanha Setembro Verde. A ação, organizada pela Associação dos Pacientes Renais Crônicos e Transplantados do Estado do Acre (Apartac), tem o propósito de chamar atenção para o que é importante sobre a doação e o transplantes de órgãos.

O Brasil possui o maior programa público de transplantes do mundo. Segundo Nazareth Araújo, “doar órgãos é um ato sublime repleto de amor, solidariedade e respeito pela vida. Nenhum transplante seria possível sem um doador. O gesto de doação possibilita o resgate da saúde física e psicológica de várias pessoas, sejam elas pacientes ou familiares, trazendo de volta a esperança de viver”.

Nesse contexto, a sensibilização das famílias e a discussão do tema doação têm elevado o número de órgãos e tecidos disponíveis para transplante, mesmo que ainda exista um longo caminho a trilhar para contemplar todos que aguardam nas listas de espera.

O governo do Estado, por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e da Secretaria de Saúde (Sesacre), já realizou mais de 600 transplantes em 11 anos de trabalho. O Acre é o único estado da Região Norte com programa de fígado ativo. Nas filas existem 25 pessoas que esperam por um rim, 15 por fígado e 10 por córneas. O estado está entre os primeiros colocados em transplante de fígado no Brasil, quando comparado o número de transplantes a cada um milhão de habitantes. Em breve, vai começar a fazer também transplantes de pâncreas.

Foram distribuídos panfletos sobre a importância da doação de órgãos (Foto: Val Fernandes/Secom)

Wanderley Ferreira, presidente da Apartac, disse que o que precisa ser feito é diminuir o número de recusa familiar para a doação de órgãos. “Temos que acabar com qualquer forma de preconceito no que diz respeito à doação de órgãos. Temos que ter a consciência de que milhares de pessoas todos os anos contraem doenças cujo único tratamento é o transplante e ficam à espera de um doador. Precisamos ter a consciência de que doar órgãos é salvar vidas”, frisou.

Durante a ação, foram distribuídos panfletos e ofertados testes de sífilis, de hepatites B e C e de HIV.