Secretaria de Meio Ambiente reforça ações de educação e monitoramento

Planejamento da Sema prevê visita a mais de 50 comunidades rurais, em vários municípios (Foto: Paula Amanda/Secom)
Planejamento da Sema prevê visita a mais de 50 comunidades rurais, em vários municípios (Foto: Paula Amanda/Secom)

Para dar início às atividades de campo que as equipes técnicas reforçam, passando a integrar a operação “Floresta Viva”, iniciada na última semana, o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Edegard de Deus, reuniu-se com os servidores nesta segunda-feira, 6. A operação tem como objetivo alcançar as áreas que estão sob pressão do desmatamento ilegal e combater essa prática, bem como as queimadas, que podem aumentar essa época do ano.

Até o fim da operação, as equipes da Sema devem reforçar as atividade de monitoramento socioambiental e educação ambiental nas comunidades rurais. O planejamento prevê visita a 53 comunidades que receberam o Plano de Desenvolvimento Comunitário (PDC) e trabalham com roçado sustentável. A coordenadora de planejamento da Sema, Sara Melo, explica que as equipes já passaram por 13 comunidades e nos próximos dias avançam para a região do Alto Acre e Tarauacá-Envira.

“Nós assumimos um compromisso pela redução do desmatamento ilegal, então fizemos nosso planejamento procurando ter um cuidado especial com áreas consideradas críticas, onde as ações devem ser mais enérgicas”, disse.

Além do monitoramento, as equipes do Projeto Protegendo Florestas, uma parceria entre o governo do Estado, a prefeitura de Feijó, o Wide World Fund for Nature (WWF) Brasil e a Sky, também estão em campo reforçando o trabalho de educação ambiental. Nesta etapa do projeto, os técnicos voltam às comunidades para monitorar o uso de ferramentas disponibilizadas na primeira fase para os professores da zona rural de 97 escolas.

Para Edegard de Deus, a equipe da Sema dará uma importante contribuição à operação Floresta Viva. “O governo do Estado tem diversos investimentos no setor produtivo para garantir alternativas aos produtores, para que eles não desmatem. Nossas equipes realizam uma série de ações junto a essas comunidades, e assim têm as condições necessárias de averiguar de perto como estão se dando essas políticas na prática e em quais pontos nós podemos avançar no combate ao desmatamento ilegal e às queimadas”, ressaltou.