Órgãos ambientais querem melhorar gestão das Unidades de Conservação

 

 

Gestores pactuaram ações que podem aprimorar a gestão das unidades de conservação no Acre (Foto: Edna Medeiros /Secom)
Gestores pactuaram ações que podem aprimorar a gestão das unidades de conservação no Acre (Foto: Edna Medeiros/Secom)

Em auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e Tribunais de Contas dos Estados (TCEs) da Amazônia, alguns pontos foram constatados para melhorar o funcionamento das Unidades de Conservação (UC) do Estado.

Visando buscar ações que contribuam para uma gestão mais satisfatória dessas áreas, representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), da Secretaria de Estado de Gestão Administrativa (SGA), da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), do Ministério Público Estadual (MPE), da Companhia Ambiental e do World Wide Fund for Nature (WWF) Brasil estiveram reunidos na última terça-feira, 30.

A criação de um grupo de trabalho que ficará responsável pela distribuição e execução de tarefas como, por exemplo, fiscalização, atividades do conselho gestor, educação e sensibilização ambiental e fomento e execução de pesquisas foi um dos principais encaminhamentos. O Acre reúne oito unidades em seu território, sendo o Parque Estadual Chandless de proteção integral – as demais são áreas de uso sustentável.

O coordenador de projeto do Fundo Nacional para Biodiversidade (Funbio), responsável pela elaboração da modelagem financeira das unidades de conservação do Acre, Leonardo Geluda, explica que a união de forças é muito importante para a implantação de qualquer estratégia, inclusive das que destinam os recursos.

“Essa união é muito significativa em termos de planejamento. O estudo da situação nas UCs  nos possibilita atuar com mais precisão e ter então um cenário promissor, principalmente para o melhor uso do orçamento e dos contratos internacionais”, ressaltou.

O titular da Sema, Edegard de Deus, ressalta a preocupação do governo com a gestão das unidades. “Essas áreas são o nosso maior patrimônio natural. Proteger essas florestas é garantir qualidade de vida para hoje e para as futuras gerações. Além disso, nas áreas de uso sustentável temos condições de garantir a renda dos moradores, por isso é tão importante que estejamos juntos com essas instituições, aprimorando a gestão das unidades”, declarou.