Governo federal realiza pesquisa para diagnosticar saúde do brasileiro

O Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realiza, a partir deste mês, a primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde de Base Domiciliar, um dos mais complexos diagnósticos da saúde dos brasileiros.

A novidade dessa pesquisa é que, além da aplicação do questionário, em 25% dos setores censitários, serão realizadas aferição de medidas antropométricas (medição do corpo humano e suas partes) e coletas de sangue e urina.

No Acre, foram selecionados, no plano de amostragem, os 22 municípios, dos quais 14 realizarão a coleta para o exame de sangue e urina de cada entrevistado. Em Rio Branco, a pesquisa teve início no último dia 12.

A coleta para o exame será  feita mediante autorização do entrevistado, e os dados de identificação, mantidos em sigilo, sendo utilizados, somente, para estudos estatísticos e epidemiológicos. A análise dos exames será realizada por laboratórios contratados pelo Ministério da Saúde.

O secretário adjunto de Atenção à Saúde do Acre, Amsterdam Sandres, pede que a população fique atenta para receber os pesquisadores e responder ao questionário, pois serão coletadas informações sobre a saúde da população, bem como o acesso aos serviços de saúde oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas informações servirão para subsidiar a formulação das políticas públicas nas áreas de promoção, vigilância e atenção à saúde do SUS, alinhadas aos objetivos do Plano de Atenção Estratégica para o enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), e também atenderão aos programas prioritários do Ministério da Saúde, como a Rede Cegonha, Viver sem Limites, Rede de Urgência e Emergência, e Farmácia Popular.

“É importante que a população receba os pesquisadores e responda o questionário, pois essa pesquisa vai nos permitir o monitoramento das metas de redução das Doenças Crônicas Não Transmissíveis pactuadas com a Organização Mundial de Saúde, tais como tratamento de hipertensos e diabéticos, redução da obesidade, do consumo do sal, do tabaco, do álcool e da inatividade física”, alertou Amsterdam Sandres.

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