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Estado repactua Plano Estadual de Políticas para Mulheres

A repactuação do Plano Estadual de Políticas para Mulheres, realizada nesta semana, traduz a sensibilidade e o compromisso do governador Gladson Cameli e da primeira-dama Ana Paula Cameli, em  atuar em prol das políticas afirmativas para mulheres, assegurando-lhes cidadania, dignidade, empoderamento e melhoria da qualidade de vida.

Durante a reunião, houve a inserção da Sedur nos trabalhos do Plano Estadual de Políticas Para Mulheres. Foto: Cedida

Durante a reunião promovida pela Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e Políticas Públicas para Mulheres do Acre (SEASHDM), houve a inserção da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e a repactuação das metas do Plano Estadual de Políticas para Mulheres, que foi elaborado de acordo com as diretrizes do Plano Nacional e a partir das demandas junto aos movimentos de mulheres do estado.

“A reunião foi para tratar das metas do plano estadual, construído com base nas conferências realizadas em 2015, e agora estamos repactuando, tendo em vista que a conferência do ano passado foi suspensa devido à pandemia”, explica a diretora de Políticas Públicas para Mulheres da SEASHDM, Isnailda Godim.

Participaram da reunião o titular da Sedur, Luís Felipe Aragão; o presidente da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac),Tom Sérgio de Menezes Oliveira; representando o Tribunal de Justiça do Estado do Acre, participaram a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Familiar, representada pela Secretária de Ação Social, Regiane Verçosa , a desembargadora Eva Evangelista, de forma virtual e a chefe da Divisão de Fortalecimento Institucional da SEASHDM, Isabela Fernandes; e o chefe de Departamento de Promoção de Políticas para Mulheres da SEASHDM, Nonato Viana.

A diretora Isnailda Godim conta que fazem parte do plano um comitê gestor em que todas as secretarias de Estado estão envolvidas, para fazer o recorte de gênero: “O objetivo maior é exatamente trabalhar a igualdade de gênero e de oportunidades entre homens e mulheres, a autonomia econômica da mulher e principalmente o enfrentamento à violência contra a mulher”.