combate à criminalidade

Diretoria-Geral da PCAC participa do 5º Simpósio Internacional de Segurança Pública em Brasília

Na busca por soluções avançadas no combate à criminalidade, especialistas e profissionais da área de segurança pública de todo o mundo se reúnem no 5º Simpósio Internacional de Segurança, em Brasília, nos dias 31 de maio e 1º de junho. Com foco em inteligência, inovação e tecnologia, o evento promete debater e apresentar as mais recentes estratégias e ferramentas utilizadas para enfrentar os desafios atuais no setor.

Da esquerda para a direita, delegado-geral Henrique Maciel, delegado adjunto Claylton Videira e delegado Nilton Boscaro. Foto: arquivo pessoal

Representando a Polícia Civil do Acre (PCAC), o delegado-geral José Henrique Maciel, o delegado adjunto Cleylton Videira e o delegado Nilton Boscaro estão participando do simpósio, considerado um dos mais importantes encontros no campo da segurança, com o objetivo de compartilhar conhecimentos, experiências e melhores práticas, promovendo o intercâmbio entre as forças e estimulando o desenvolvimento de soluções eficazes.

Ao longo dos dias de evento, estão sendo realizadas palestras, painéis de discussão e workshops, em que renomados especialistas apresentarão estudos de caso e abordarão temas relevantes, como o uso da inteligência artificial, big data, análise de dados, biometria, cibersegurança e tecnologias emergentes no contexto da segurança pública.

O simpósio tem por objetivo compartilhar conhecimentos, experiências e melhores práticas, promovendo o intercâmbio entre as forças. Foto: arquivo pessoal

Um dos destaques do simpósio será a presença de palestrantes internacionais, que compartilharão suas experiências e visões sobre os avanços no combate à criminalidade em seus respectivos países. Além disso, representantes de agências governamentais, instituições acadêmicas, empresas de tecnologia e profissionais da segurança pública terão a oportunidade de trocar conhecimentos e estabelecer parcerias estratégicas.

“O simpósio também se propõe a discutir os desafios éticos e legais relacionados à utilização de tecnologias de vigilância, bem como o equilíbrio entre a privacidade individual e a segurança coletiva”, explicou Henrique Maciel.