Centro de Reabilitação oferece oficinas de acolhimento a mães de crianças em tratamento

Para atender mães de crianças e jovens em tratamento, o Centro Especializado em Reabilitação Frei Paolino Baldassari (CER) III, unidade ligada à Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), está ofertando, durante a Semana das Mães, oficinas de acolhimento e escuta, em Rio Branco.

Mães recebem presentes dos filhos durante terapias no CER III. Foto: Marcos Vicentti/Secom

“As mães se preocupam muito em cuidar e sabemos que há um desgaste físico e psicológico na atenção especial. Então, nossa intenção é fazer uma oficina com roda de conversa, para que sejam ouvidas e atendidas pelas psicólogas e assistentes sociais”, enfatiza o gerente-geral do CERIII, Higor Maciel Meneguce.

“A nossa intenção é cuidar de quem cuida”, explica Higor Meneguce, gerente-geral do CER III. Foto: Marcos Vicentti/Secom

“Nós, mães de especiais, temos que ficar 24 horas atentas, mesmo com o apoio do pai”, explica a mãe do pequeno Murilo Valentim, Antônia Ribeiro.

“Meu filho é um presente de Deus e o meu papel é cuidar dele”, diz Antônia Ribeiro, mãe de Murilo. Foto: Marcos Vicentii/Secom

Segundo a gerente de assistência do CER III, Cinthia Brasil, durante todo o mês de maio serão atendidos casos específicos após o encerramento das oficinas. Para a gestora, o atendimento às mães é uma pauta necessária e será estudada a permanência do projeto na unidade.

Lenilce Silva recebe presente feito pela filha Mariana França, no CER III. Foto: Marcos Vicentti/Secom.

“Sempre nos perguntamos sobre um atendimento para a gente, porque precisamos de um apoio psicológico e acolhimento. Acho muito legal que tenhamos essa assistência”, enfatiza Lenilce Silva, mãe da Mariana e Willes França, ambos diagnosticados com transtorno do espectro autista (TEA).

Lucenira Oliveira e a filha brincam e marcam as mãos da pequena Isla Júlia no espaço café com amor do CER III. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Mãe três vezes, Maria Lúcia Silva fala com orgulho que é “bisavó, avó e mãe” de Mariele Vitória. “Eu a peguei para criar aos dois meses de vida. Cuido dela com muito amor e carinho, e me sinto muito feliz”, diz.

Dona Maria Lúcia fala com orgulho que é “bisavó, avó e mãe” de Mariele Vitória. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Com sentimento carinhoso, Mariele Vitória diz querer acompanhar a mãe-bisavó por toda a vida. “Eu a amo e nunca vou deixar de amar”, declara.

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