Agentes socioeducadores são capacitados para negociação de crises

As simulações visam colocar o aluno o mais próximo possível de uma situação real (Foto: Jean Messias/PMAC)
Simulações visam deixar o aluno o mais próximo possível de uma situação real (Foto: Jean Messias/PMAC)

O governo do Estado, por meio da Polícia Militar do Acre (PMAC), oferta aos agentes socioeducadores que trabalham nas unidades de Rio Branco o curso de Gerenciamento de Crises.

Com aulas teóricas e práticas, eles recebem instruções para que possam atuar em eventos de conflito. No fim da tarde da quinta-feira, 17, uma simulação de assalto com refém foi realizada com os alunos.

“Mais de 100 agentes participam a capacitação. Nesta semana, a primeira turma está concluindo a capacitação para poder atuar em eventuais problemas, como princípio de rebelião, entre outras situações que exijam uma intervenção rápida”, explicou o major Giovane Galvão.

Para finalizar as instruções, realizou-se uma simulação no pátio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), onde foi criada uma situação de assalto com reféns.

Os alunos aprenderam a negociar com o infrator, com técnicas aplicadas durante o curso que visam preservar a vida da vítima e de todos os envolvidos na ação.

Na próxima semana, mais turmas recebem o treinamento que visa formar negociadores e gerentes de crises (Foto: Jean Messias/PMAC)
Na próxima semana, mais turmas recebem o treinamento, que visa formar negociadores e gerentes de crises (Foto: Jean Messias/PMAC)

Qualificação será útil em situações extremas

De acordo com a responsável pelas formações do Instituto Socioeducativo (ISE), Siomary Benevides, esse treinamento prepara o agente para lidar com situações nas unidades socioeducativas. “Agora, eles podem tomar decisões e adotar estratégias até a chegada das forças especializadas”, disse.

Na próxima semana, mais turmas receberão o treinamento prático que visa formar negociadores e gerentes de crises em unidades socioeducativas na capital.

Para o agente socioeducador Ocivan Cassiano, adquirir essa qualificação é de grande importância. “Quando há uma situação em que nos deparamos com o princípio de rebelião, somos os primeiros contatos com a ação e com os perpetradores. Estar preparado para agir de forma correta poderá minimizar maiores transtornos e preservar a integridade dos envolvidos”, pontuou Cassiano.

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