Tião Viana conhece empresa ambiental de incineração em Cruzeiro do Sul

Empresa é capaz de incinerar, sem prejudicar o meio ambiente, 70 toneladas de resíduos por mês (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Empresa é capaz de incinerar, sem prejudicar o meio ambiente, 70 toneladas de resíduos por mês (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Com a lei que obriga o destino correto de materiais perigosos ao meio ambiente, como a incineração, existe hoje em Cruzeiro do Sul a empresa Liberdade Ambiental, que incinera e recicla substâncias. E o governador Tião Viana aproveitou para conhecer de perto esse empreendimento na quinta-feira, 28, que teve um investimento de R$ 3 milhões e gera hoje 18 empregos, podendo chegar a 50 no futuro.

Só existem 278 empresas desse tipo no país. Entre os clientes da Liberdade Ambiental, estão farmácias, hospitais, clínicas dentárias e médicas, postos de combustíveis e empresas que trabalham com produtos perigosos. A empresa possui como principal máquina um incinerador que chega a 1.000 graus Celsius, mas com sistemas de lavagem de fumaça que não contribui para o aquecimento global.

“Isso, além de inovador, é revolucionário. Estamos falando do trabalho de economia limpa, agregando todos os dejetos perigosos que às vezes são jogados no meio ambiente e podem causar doenças e problemas ambientais. É uma atividade limpa e reconhecível pelo governo. Setor privado dando a mão pela criatividade e soluções para questões ambientais. Penso que esses empresários orgulham o Estado”, disse Tião Viana.

O empresário Rodrigo Schommer, responsável pela empresa, afirma com orgulho que a Liberdade Ambiental é capaz de dar conta de toda a produção de resíduos perigosos do Estado, mas também planeja uma unidade em Rio Branco no futuro.  Além disso, até pouco tempo a empresa operava com auxílio técnico da fornecedora do equipamento. Agora, eles capacitaram funcionários e possuem quatro operadores locais do incinerador.

Ainda segundo Schommer, a empresa tem capacidade de incinerar 3,6 toneladas de materiais por dia, mais de 70 toneladas por mês. A máquina só pode operar por 16 horas diárias, depois precisa parar para manutenção, para não correr o risco de causar danos ambientais. “A visita do governador é um reconhecimento do trabalho que desenvolvemos aqui. É um mérito principalmente dos operadores, e reconhecemos toda a confiança que eles depositaram aqui.”

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