Secretaria de Educação continua obras para retorno às aulas na capital

Ações da SEE buscam garantir a recuperação dos espaços físicos para volta às aulas (Foto: Mardilson Gomes/SEE)
Ações da SEE buscam garantir a recuperação dos espaços físicos para a volta às aulas (Foto: Mardilson Gomes/SEE)

Com o atraso do início do período letivo gerado pela enchente que paralisou a rede estadual de ensino durante os meses de fevereiro e março, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) continua com as ações para a volta às aulas no Acre.

Entre os principais trabalhos, está o replanejamento do calendário escolar, já que várias escolas possuem datas de retorno diferentes, algumas tendo iniciado dia 2 de março e outras tendo retornado nas últimas semanas, entre os dias 16 e 23 deste mês. Na última segunda-feira, 13, houve o retorno às aulas na capital.

A recuperação dos espaços e do material afetado pela água também está sendo providenciada pela SEE. Das 12 escolas alagadas, 11 já retornaram às atividades normais, exceto a Elias Mansour Simão Filho, no bairro Taquari, que retorna na próxima segunda-feira, dia 30 de março.

A recuperação de documentos faz parte da empreitada das escolas atingidas (Foto: Mardilson Gomes/SEE)
A recuperação de documentos faz parte da empreitada das escolas atingidas (Foto: Mardilson Gomes/SEE)

Maria Alzenir da Costa, gestora da instituição, explica que o atraso é necessário para que a escola possa receber os alunos com a devida segurança. “Estamos limpando o espaço e recuperando tudo que é possível, entre mobília e documentos. Atendemos 700 alunos nos turnos da manhã e da tarde, e temos que garantir um ambiente adequado para a realização das aulas”, disse.

Evaldo Viana, diretor de gestão da SEE, afirma que os replanejamentos de calendários escolares estão sendo preparados, com o principal objetivo de não prejudicar os alunos e garantir os 200 dias letivos. “O trabalho da secretaria é oferecer o melhor para os alunos da rede pública. Com o apoio das comunidades e da nossa equipe de qualidade, isso está sendo possível”, explica.