Saúde realiza oficina de planejamento com gestores do Vale do Juruá

Foi realizada na unidade do Projeto Rondon, em Cruzeiro do Sul, no período matutino, uma oficina do Planejamento Regional Integrado (PRI), que é um instrumento do Sistema Único de Saúde (SUS) previsto na lei 141/2012.

O Ministério da Saúde orienta secretarias estaduais e municipais  a realizarem esse planejamento em conjunto. A Sesacre iniciou o projeto em 2020, com apoio do Ministério da Saúde.

Segunda etapa da Oficina do Planejamento Regional Integrado. Foto: Marcos Santos/Secom

Nesse encontro atual, a equipe realizou a análise da situação epidemiológica, com dados dos indicadores dos sete municípios do Vale do Juruá.

Equipe da Sesacre e secretários municipais reunidos no Planejamento Regional Integrado. Foto: Marcos Santos/Secom

“Eu gostaria de agradecer todos os envolvidos, em especial, a secretária estadual de Saúde, que tem disponibilizado a equipe do PRI para estar na regional do Juruá”, destacou a coordenadora regional de Saúde, Catiana Rodrigues. 

Catiana Rodrigues, Coordenadora Regional de Saúde. Foto: Marcos Santos/Secom

“Esta é a segunda etapa do planejamento, no sentido de construir ferramentas para fornecer ao gestor a possibilidade de verificar tudo que está no seu cenário, nossa epidemiologia e indicadores para traçar um plano de trabalho a fim de diminuir índices de enfermidades. Temos uma política voltada mais para a parte preventiva”,  Mackenz Santos, secretário municipal de Saúde de Tarauacá.

Mackenz Santos, secretário municipal de saúde de Tarauacá. Foto: Marcos Santos/Secom

Valéria Lima, secretária de saúde de Cruzeiro do Sul, afirma que o plano será construído nos  sete municípios, que terão seu perfil ideológico definido. “Vamos elaborar metas para trazer um plano mais eficiente e integrado, em que os usuários possam ter melhor acompanhamento na média complexidade”, afirmou.

Priscila Aguiar, coordenadora do PRI. Foto: Marcos Santos/Secom

Priscila Aguiar, coordenadora do PRI, agradeceu os secretários municipais pela participação na primeira oficina, que abordou a  análise da situação de saúde, em que cada município priorizou quais indicadores de saúde retratariam melhor a região. “Hoje vamos trabalhar a capacidade instalada da região e os vazios assistenciais;  como produto, vamos ter um diagnóstico dessas situações de saúde e planejar metas e diretrizes a serem priorizadas, e essas informações constarão no plano da região e no plano estadual de saúde”, pontuou.

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