Primeira-dama visita moradores da Cidade do Povo

A primeira-dama do Acre, Marlúcia Cândida visitou os moradores recém-chegados à Cidade do Povo. A visita foi acompanhada dos religiosos Francisca Marinheiro e padre Massimo Lombardi.

Famílias relatam como está sendo a rotina na cidade do Povo ( Foto: Celis Fabrícia)
Famílias relatam como está sendo a rotina na Cidade do Povo (Foto: Celis Fabrícia)

Era fim da tarde de terça-feira, 17, quando percorreram as ruas e conversaram com a população. Eles puderam conhecer, durante a conversa e visita às casas, como está a rotina das primeiras famílias que receberam do governo do Estado uma moradia.

Eram famílias que moravam em área de risco. Muitas delas sofriam com as cheias do Rio Acre.  É o caso de Francisca da Silva Costa, dona de casa, que desde o dia 29 de maio mora com o esposo na nova casa. “Na época que foram lá em casa garantiram que a gente teria moradia digna, longe da alagação. Eu acreditei e deu certo, né?”, destaca.

Dona Marlene vende produtos de primeira necessidade em sua residência (Foto: Celis Fabrícia)
Marlene vende produtos de primeira necessidade em sua residência (Foto: Celis Fabrícia)

Vinda do bairro Preventório, Marlene Ferreira de Melo passou a morar na Cidade do Povo dia 6 deste mês. Acostumada a trabalhar com serviços domésticos, viu no local uma nova oportunidade de renda. Ela improvisou parte da casa para a comercialização de gêneros de primeira necessidade. “Eu estou achando legal. Melhor do que onde a gente morava. Agora é ficar em casa e vender as mercadorias nesse comércio”, explica.

As primeiras 392 unidades habitacionais foram entregues em maio para famílias carentes e de áreas de risco em Rio Branco. “Pelo que ouvi, está todo mundo satisfeito. E espiritualmente estamos em contato com as pessoas e propondo celebrações e acompanhamento aos fiéis”, pontua Massimo Lombardi.

Este mês está prevista a entrega de outras 500 casas, a custo zero, para os contemplados. “As famílias estão numa casa confortável, segura e bem feita, e com a certeza de estar na casa própria, num lar que realmente as acolhe”, diz Marlúcia Cândida.