Moradores de áreas de proteção ambiental fazem curso no Viveiro da Floresta

Produtores tiveram acesso a técnicas de uso do solo e manejo de mudas dentro do sistema agroflorestal

 

curso_foto_gleilson_miranda_02.jpg

Para os produtores, o curso foi uma oportunidade de aprender e trocar experiências (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Técnicas alternativas de uso do solo focadas no sistema agroflorestal e no manejo de mudas foram repassadas aos moradores de áreas de preservação ambiental. Os produtores da Área de Proteção Ambiental do Lago do Amapá e da Área de Proteção Ambiental do Igarapé São Francisco visitaram nesta semana o Viveiro da Floresta, para um curso oferecido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Secretaria da Floresta.

 

A preservação do meio ambiente para que os recursos naturais estejam disponíveis para as futuras gerações, a preservação da vegetação no entorno dos igarapés e o uso consciente do solo são preocupações que fazem parte da vida do produtor Benedito da Silva, morador da APA São Francisco.

“A gente veio em busca de informações que possam fortalecer o nosso trabalho. Precisamos trabalhar sempre de forma consciente, tomando medidas de proteção ao meio ambiente para que os recursos naturais não se esgotem. Caso contrário vai chegar uma hora em que não vamos mais ter água nos rios, os igarapés vão ser soterrados pelos barrancos, o ar não será bom para respirar”, disse o produtor.

Para o gestor ambiental Adriano Alex, instrutor do minicurso, o momento é de trocar experiências. “Este é um momento de troca de conhecimentos entre técnicos e os agricultores. O viveiro é uma experiência do Governo do Estado que é importante que conheçam, e aqui eles vão entrar em contato com as técnicas de produção do sistema agroflorestal, onde lavouras agrícolas e florestais são consorciadas para que haja sempre uma cultura produtiva na propriedade: milho, arroz, macaxeira, castanha, açaí, madeira”, explicou.

Segundo Adriano, alguns produtores que participam do curso já têm experiência nesse sistema. “O que nós queremos é reforçar e expandir os conhecimentos para que todos trabalhem com técnicas agroflorestais da forma correta”, disse.

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest