Atividades educativas junto à sociedade fazem parte da programação dos “16 Dias de Ativismo”

Equipes de secretarias do governo, do movimento de mulheres e de sindicatos percorrem vários pontos da capital acreana para distribuir material informativo a população (Foto:Assessoria SEPMulheres)
Equipes de secretarias do governo, do movimento de mulheres e de sindicatos percorrem vários pontos da capital acreana para distribuir material informativo a população (Foto:Assessoria SEPMulheres)

Equipes de secretarias do governo, do movimento de mulheres e de sindicatos percorrem vários pontos da capital acreana para distribuir material informativo a população (Foto:Assessoria SEPMulheres)

Equipes de secretarias do governo, do movimento de mulheres e de sindicatos percorrem vários pontos da capital acreana para distribuir material informativo a população. “A intenção é conscientizar as pessoas sobre o que são os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, mostrar os serviços oferecidos a mulheres agredidas e, principalmente, tentar evitar uma agressão, distribuindo uma cartilha sobre a Lei Maria da Penha”, explicou a secretária da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Concita Maia.

As atividades tiveram início no Dia Mundial de Não-Violência Contra a Mulher, 25, com mulheres da CUT, movimento negro e SEPMulheres distribuindo material educativo sobre a Lei Maria da Penha, no Senadinho. “As mulheres negras fizeram parte dessa agenda, porque ainda estamos no mês da Consciência Negra e porque o combate à não-violência nos tange já que, segundo os dados, as mulheres negras são as maiores vítimas de todos os tipos de violência”, afirmou a ativista Almerinda Cunha.

Na segunda-feira, 28, a panfletagem foi no Terminal Urbano. Equipes da SEPMulheres, Sejudh, Secretaria de Humanização, Deam, Casa Rosa Mulher e 13ª promotoria estiveram nas plataformas abordando mulheres e homens com as informações. “Esse tipo de abordagem é muito importante para a conscientização da população não só da zona urbana, mas também da zona rural. Por incrível que pareça, ainda há pessoas desinformadas sobre a questão da violência contra a mulher. Isso precisa acabar”, desabafou o policial militar que aguardava o ônibus José Enix Severiano Campos.

“É sempre bom mostrar esses assuntos, falar, tocar na sensibilidade dos homens para que não façam, e das mulheres para que não se deixem desrespeitar”, disse a estudante Tainã Cristine de Oliveira.

“Nós temos que tratar nossas companheiras bem. É como diz aqui: quem ama, abraça!”, enfatizou o aposentado Moisés Amauri de Lima.

Para a secretária Concita Maia, a ideia da mobilização é exatamente a de sensibilizar, mostrar que é preciso respeitar os direitos da mulher. “Nós estamos engajadas em levar a causa às ruas, trabalhando com a população, levando a mensagem de enfrentamento para homens e mulheres, a fim de que seja provocada uma sociedade mais consciente, firmada em uma cultura de paz.”