Fazendo Justiça

Iapen promove encontro virtual em política prisional e atenção a egressos do sistema

O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) segue dando continuidade à implantação do Escritório Social no Estado e, na manhã desta segunda, 21 de fevereiro, realizou um encontro  virtual para dar início ao processo formativo de capacitação das equipes técnicas que compõem os quadros. Na oportunidade, foi apresentado o panorama nacional da política prisional e de atenção a pessoas egressas do sistema prisional, com a participação de Felipe Athayde, coordenador do eixo 3 de cidadania, do Programa Fazendo Justiça.

Presidente do Iapen acompanha todas as fases de implantação para funcionabilidade do escritório social. Foto: cedida

O Programa Fazendo Justiça é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com apoio do Departamento Penitenciário Nacional, que busca contribuir com o processo de formação da equipe multiprofissional, nomeada pelo governo do Estado em 1 de fevereiro deste ano, como passo fundamental para a implantação do Escritório Social no Estado.

Panorama Nacional da Política Prisional e de Atenção a Pessoas Egressas do Sistema foi o tema do encontro, que teve como objetivo apresentar a equipe e dar continuidade à capacitação desses profissionais, que iniciou no dia 14 de fevereiro, com rodas de conversas envolvendo atores da rede local. A equipe do Escritório Social é composta por advogada, assistente social, pedagogo, psicólogo e demais equipes administrativas.

Equipes de profissionais do Iapen durante capacitação em política de egresso e funcionamento do Escritório Social. Foto: Neto Lucena/Secom

Segundo o presidente do Iapen, Arlenilson Barbosa Cunha,  a expectativa é que o encontro traga visibilidade às ações de fomento e planejamento, buscando a efetivação de uma rede assistencial fortalecida para o público do escritório social, permitindo trocas de experiências e qualificação das equipes que atuam nesses serviços.

“Nesse sentido, é necessário o trabalho em conjunto com a rede assistencial e a sociedade”, completou Arlenilson Cunha.