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Fundhacre recebe nova turma de médicos residentes

A Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), por meio da Comissão de Residência Médica (Coreme), realizou nesta semana, no auditório do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into-AC), uma sessão de acolhimento aos novos integrantes do programa de residência médica da organização.

João Paulo Silva: “Os melhores profissionais junto aos residentes”. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

Ao todo, 35 residentes irão desempenhar suas atividades nas áreas de cirurgia-geral, clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia, ortopedia e traumatologia, medicina de família e comunidade.

“Valorizamos a residência médica no estado; estamos aqui para servir e contribuir, com os melhores profissionais atuando junto aos residentes”, destacou o presidente da Fundhacre João Paulo Silva.

A residência médica é considerada uma pós-graduação destinada a médicos. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

A abertura do evento foi realizada pelo coordenador da Coreme, Thadeu Moura, que desejou boas-vindas aos novos residentes. “É um processo importante, em que o médico passa a se dedicar a um estudo mais específico de uma área, adquirindo experiência para o melhor desempenho de suas atividades”, explicou.

As temáticas abordadas foram os aspectos éticos na residência médica e os direitos e deveres dos médicos residentes. O primeiro-secretário do Conselho Regional de Medicina do Acre, Virgilio Prado, advertiu que “todos devem ter ciência de que são médicos, com as mesmas responsabilidades fundamentais de todos da profissão. Há momentos em que essa responsabilidade é compartilhada com os preceptores, mas o médico residente deve ser prudente e diligente em todos os seus atos”.

“O médico residente deve ser prudente e diligente em todos os seus atos”, advertiu Virgilio Prado. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

O programa de residência médica, considerado uma pós-graduação dos médicos, é realizado em hospitais, onde os participantes desenvolvem práticas que incluem acompanhamento de pacientes internados, prestação de serviços de emergência, atendimento em plantões e outras atividades. Tudo é desempenhado sob responsabilidade de instituições de saúde e com a supervisão de médicos experientes.

Durante a residência, há discussão dos casos clínicos, com uma participação maior de todos os profissionais envolvidos. Com isso, o Estado forma médicos especialistas, o que gera mais qualidade no atendimento à população.

“As expectativas são bastante positivas; pretendo aprender e contribuir no processo de promoção da saúde, ajudando as pessoas. Tenho certeza de que teremos frutos positivos, no ponto de vista pessoal e humano”, destacou o residente Romão Ferreira, que irá atuar na área de ortopedia e traumatologia.