qualidade aos abrigados

Fundhacre realiza visita técnica na Casa de Acolhida Souza Araújo

Com o intuito de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes que fazem parte da Casa de Acolhida Souza Araújo, foi que a Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), juntamente com equipe do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), e da Oficina Ortopédica de Rio Branco, realizaram nesta sexta-feira, 24, uma vistoria na casa de apoio que atualmente abriga 27 pacientes.

Fundhacre visita Casa de Acolhida Souza Araújo. Foto: Gleison Luz

“Esse momento é muito mais do que só o gerenciamento do trabalho, é uma missão humana, fiz questão de hoje vir aqui ouvir a casa e os pacientes. Juntamente com o Morhan já portariamos uma comissão técnica que vai gerenciar esse momento de crise para darmos qualidade de vida a essas pessoas que precisam ser assistidas”, destacou o presidente da Fundhacre, João Paulo Silva.

A casa de apoio atualmente abriga 27 pacientes. Foto: Gleison Luz

A equipe foi recepcionada pela coordenadora de apoio Angélica Freitas que apresentou toda a estrutura da casa. A gerente de enfermagem da casa Souza Araújo, Shaynna Guimarães que cuida dos pacientes atingidos pelo hanseníase destacou as principais necessidades em âmbito assistencial.

Equipe foi recepcionada pela coordenadora de apoio Angélica Freitas. Foto: Gleison Luz

“Ficamos muito felizes pela agenda de hoje, que veio tratar de melhorias voltadas para prótese, órteses, cadeira de rodas e tudo que convém para sapataria, nós que cuidamos dessa parte assistencial precisamos desse apoio do Estado”, disse a gerente de enfermagem.

Para o coordenador Estadual do Morhan Elson Dias, esse é um novo de momento de esperanças em defesa dos pacientes.

O local abriga pacientes atingidos pela hanseníase. Foto: Gleison Luz

“Estamos vivendo nesse novo governo parcerias muito importante que é com o Hospital das Clínicas que gerencia a Oficina Ortopédica, uma gestão que nos recebeu com muito carinho e atenção pela causa das pessoas atingidas pela hanseníase, nós do Morhan vimos uma esperança de melhorias”, afirma