Escolas Técnicas do SUS da região Norte debatem políticas nacionais

Participam do encontro representantes de Rondônia, Roraima, Acre, Pará e Tocantins

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Discussões permitem que as peculiaridades de cada região possam ser levadas em consideração na construção das políticas nacionais. Foto: Ângela Peres/Secom

Representantes das escolas técnicas do Sistema Único de Saúde (SUS) da região Norte estão reunidos em Rio Branco para participar do encontro regional que acontece anualmente. Em pauta uma ampla agenda de discussões que inclui o modelo de gestão das escolas, metodologias pedagógicas, processo de avaliação e aprendizado e a aplicação das políticas públicas nacionais.

Para a coordenadora das escolas técnicas de saúde da região Norte, Patrícia Melo, os encontros representam a oportunidade de integração e aproximação das instituições que compõem a rede de profissionalização. "O importante é a troca de informações entre as escolas. Isso possibilita a melhoria dos serviços prestados".

Participam do encontro regional coordenadores das escolas técnicas do SUS de Rondônia, Roraima, Acre, Tocantins e Pará.

No Acre os cursos de profissionalização são ministrados na Escola Técnica em Saúde Maria Moreira da Rocha. Atualmente cerca de 1200 alunos fazem os sete cursos disponíveis. Os profissionais de nível médio podem contar com uma estrutura diversificada que garante o aprendizado na teoria e na prática. Composto por laboratórios  odontológico, de controle materno infantil, ginecológico e obstetrício, salas de coleta de sangue, de vacina, arquivo médico, farmácia, de curativo, laboratórios de nutrição, de análises, de recebimento de alimentos e utensílios, de distribuição e esterilização, e de informática, biblioteca e sala de multimeios.

De acordo com a coordenadora da Escola Técnica do Acre, Talita Lima, as especificidades da região Norte encontradas durante o encontro para a aplicação das políticas nacionais serão encaminhadas ao Ministério da Saúde. "O encontro consolida o esforço para a formação dos profissionais em saúde. As discussões permitem que as peculiaridades de cada região possam ser levadas em consideração na construção das políticas nacionais", ressaltou a coordenadora.