A equipe técnica do Viveiro da Floresta, departamento gerido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), participou do Treinamento para Viveiristas e Coletores de Sementes Nativas, realizado em Santarém (PA), entre os dias 13 e 16. A capacitação reuniu profissionais de diferentes regiões com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva de sementes e mudas voltadas à restauração de paisagens na Amazônia.

Participaram da capacitação, o chefe da Divisão do Viveiro da Floresta e do Viveiro da Unidade de Gestão Ambiental Integrada (Ugai) do Liberdade, Ricardo Brasil e a coordenadora de produção, Mônica Antônio.
A formação abordou a complexidade da cadeia produtiva, destacando a importância de sua estruturação para acelerar processos de restauração em larga escala. No treinamento, os participantes aprofundaram conhecimentos sobre todas as etapas que antecedem o plantio de uma semente, reforçando o papel estratégico do planejamento e da organização para o sucesso das ações de recuperação ambiental.
O treinamento foi ofertado pela Conservação Internacional, em parceria com a Silva Brasil, a Embira Ambiental e o Bezos Earth Fund.
A iniciativa teve como principal objetivo capacitar os técnicos para o desenho de projetos de restauração ecológica e produtiva, além de orientar e fortalecer a cadeia de sementes e mudas, contribuindo para ações mais eficientes e sustentáveis na recuperação de áreas degradadas.

“Essa capacitação foi fundamental para ampliar nossa visão técnica sobre toda a cadeia de sementes e mudas, desde a coleta até a produção final. Esse aprendizado nos permite aprimorar o planejamento e a execução das atividades desenvolvidas no Viveiro da Floresta”, afirmou o chefe da Divisão do Viveiro da Floresta e do Viveiro da Ugai do Liberdade, Ricardo Brasil.
A coordenadora de produção, Mônica Antônio, ressaltou que o treinamento fortalece a equipe ao introduzir metodologias que melhoram diretamente a produção de mudas.
“O treinamento fortalece a atuação da equipe ao apresentar metodologias e estratégias que contribuem diretamente para a melhoria da produção de mudas nativas, garantindo mais eficiência, qualidade e alinhamento com os desafios da restauração ecológica em larga escala na Amazônia”.




