


“O pescador tem dois amor. Um bem na terra, um bem no mar”. Cantava Dorival Caimmy ao expressar em canções a vida do pescador. Nas margens do rio Acre,

"Ô catraieiro me leva para o lado de lá", cantava o sambista Da Costa, falando da realidade das águas de nossos rios, que são nossas ruas, estradas. Para o ribeirinho

Com uma arquitetura moderna, a ponte que une os dois lados históricos da cidade expressa beleza, cor, e representa a valorização ao povo do Acre. Hoje esse espaço é

Parceria entre comunidade, governo do Acre e WWF Brasil aponta resultados positivos

A criatividade e irreverência do brasileiro são características conhecidas mundialmente. Quando o assunto é trabalho elas se tornam ainda mais evidentes. Já não basta somente o algodão-doce, para driblar a

Raimundo Pinto (à frente) e o colega são pescadores que vivem uma nova fase, em que o homem aprende a utilizar os recursos naturais respeitando a natureza. O registro feito

Antes lagarta, hoje borboleta. A revelação de que a vida continua adiante precisa nos despir de roupas velhas. E mostra que para voar é necessário muito mais do que apenas

Bucólica, a imagem registrada no Acre mais parece com uma obra do artista plástico francês, Claude Monet, que apresentou seu talento ao mundo no início do século XX. A Amazônia

Entardecer na Amazônia. Mais um dia que finda na floresta, anunciando a noite que chega, repleta de todos os sons, de todos os bichos, de todos os mistérios. (Foto


“O pescador tem dois amor. Um bem na terra, um bem no mar”. Cantava Dorival Caimmy ao expressar em canções a vida do pescador.

"Ô catraieiro me leva para o lado de lá", cantava o sambista Da Costa, falando da realidade das águas de nossos rios, que são nossas

Com uma arquitetura moderna, a ponte que une os dois lados históricos da cidade expressa beleza, cor, e representa a valorização ao povo do

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