Acre Solidário faz parceria com projeto Arte do Ser

A livre expressão do ser retratada na pintura. Essa é a proposta do projeto Arte de Ser, que trabalha com pessoas de todas as idades, com ou sem sofrimento mental, internos do Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac) e comunidade em geral. O coordenador da iniciativa, psicólogo Fabiano Guimarães, apresentou o trabalho à primeira-dama do Estado, Marlúcia Cândida, que coordena o Acre Solidário, para uma parceria.

 

Fabiano Guimarães é o coordenador do Projeto Arte de Ser que foi apresentado á primeria-dama do Estado, Marlúcia Cândida, a ideia é trabalhar uma exposição em parceria (Foto: Sergio Vale/SECOM)

Fabiano Guimarães é o coordenador do Projeto Arte de Ser que foi apresentado á primeria-dama do Estado, Marlúcia Cândida, a ideia é trabalhar uma exposição em parceria (Foto: Sergio Vale/SECOM)

 

O projeto teve início em fevereiro de 2009 e oferece oportunidade de convívio e expressividade aos seus participantes através da pintura, música, dança, desenho e escrita, de acordo com as habilidades de cada um. São atendidas uma média de 200 pessoas por ano e cada oficina conta com vinte participantes.

Os integrantes não recebem aulas de pintura, apenas os materiais necessários, e usam e abusam da inspiração e da expressividade para retratar nas telas suas visões de mundo. As pinturas viram camisetas e quadros e a renda é dividida entre os projetos e os artistas

O trabalho é desenvolvido na região da Baixada do Sol, em parceria com o Hosmac e a Associação de Pacientes e Amigos da Saúde Mental (Apasama). “O mais importante deste trabalho é que ele é feito fora do hospital, dentro da comunidade, sem as paredes de um hospital psiquiátrico. O resultado é diferente. Claro que temos que ter os hospitais, mas é preciso também ter trabalho fora dele”, disse o coordenador.

A primeira-dama vai apoiar o trabalho por meio do Acre Solidário e estuda a possibilidade de uma exposição dos trabalhos na Biblioteca da Floresta. A oficina Arte do Ser é uma das únicas iniciativas no Estado do Acre que aplica a Lei Antimanicomial, por ser extra-hospitalar, não excludente e inserida na comunidade.

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