Governo do Acre amplia ações para manter mortalidade infantil em queda

Com recursos do ProAcre, Estado investe na parceria com as prefeituras para levar qualidade de vida à mulheres e crianças na Zonas de Atendimento Prioritário

A  mortalidade infantil mantém tendência de queda no Acre e deverá diminuir ainda mais este ano. Para  assegurar a redução, o  Governo do  Acre investirá US$ 38 milhões ao longo dos próximos seis anos no projeto Linha de Cuidado Materno-Infantil, um complexo de ações focadas em três grandes eixos: a ampliação e a qualificação em atenção básica em conjunto com as prefeituras; a qualificação da gestão local; e a estruturação dos serviços que atendem mulheres e crianças. "A partir de 2009 será a primeira vez que o Acre sustenta uma taxa abaixo dos 20 por 1.000", disse o secretário de Saúde, Osvaldo Leal.

Os recursos são do  Programa Integrado de Desenvolvimento Sustentável do Acre (ProAcre) obtido junto ao Banco Mundial. Com base nos estudos e recomendações do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado, o ProAcre pretende melhorar a qualidade de vida e a sustentabilidade ecológica e econômica das comunidades dando prioridade àquelas localizadas em zonas com maior urgência de atenção quanto ao acesso a serviços básicos e ordenamento ou adequação para o desenvolvimento sustentável, especialmente dentro de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e projetos de assentamento (tradicionais ou diferenciados). O ProAcre, que tem valor global de US$ 150 milhões  atuará em várias frentes com ações envolvendo principalmente os seguintes setores: saúde, educação e produção nas  Zonas de Atendimento Prioritário (ZAPs).

O governador Binho Marques participou nesta semana da reunião de governadores do Norte e Nordeste com o Presidente Lula, em Brasília, quando o Governo Federal anunciou o pacto para fortalecimento de quatro áreas, entre elas a redução da mortalidade infantil. Marques lembrou que todas os planos propostos já estão em andamento no Acre e são políticas públicas de enfrentamento aos principais problemas da população.

O  Acre desenvolveu um eficiente sistema de acompanhamento da saúde materno-infantil, o que será potencializado. O programa acriano, inclusive, deverá dar  suporte ao dos demais Estados.

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