Fortalecendo

Tião Viana garante investimento de R$ 75 milhões em políticas indígenas durante sua gestão

Membros de vários setores do governo se reuniram para definir estratégias de políticas públicas indígenas (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

O governador Tião Viana coordenou nesta segunda-feira, 5, uma reunião estratégica com membros de diversos setores do governo para avançar nas políticas públicas indígenas que deseja implantar até o fim de sua gestão.

Até o fim de 2018, a expectativa é de que o governo chegue a R$ 75 milhões investidos nos povos indígenas do Acre somando os dois anos de gestão.

O território acreano é composto de 15 etnias indígenas e outras três não registradas, os chamados “índios isolados”.

Segundo dados atualizados da Funai e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai/MS), esses povos constituem uma população de pouco mais de 19,6 mil pessoas, representando 2,7% da população total do estado e 9,7% de sua população rural.

Perto do fim de sua gestão, Tião Viana define que os investimentos devem se centrar no momento em educação indígena e produção rural para esses povos.

O governo se prepara para lançar um concurso público para professores de escolas indígenas com 140 vagas, além de investir R$ 14 milhões só no estímulo às cadeias produtivas dentro das aldeias.

“É trabalharmos com a alegria de sermos um governo que faz muito pelos nossos povos indígenas. Não haverá governo estadual que investiu mais nessa população, pois queremos dar liberdade e fortalecer esses povos”, conta Tião Viana.

No próximo dia 8, será realizado um encontro com todas as lideranças indígenas do estado para ouvir suas reivindicações e como se unir para o desenvolvimento dessa população.

O governo também planeja colocar em ação um plano de valorização do artesanato e cultura local, com um forte foco no papel da mulher indígena.

O assessor especial dos povos indígenas, Zezinho Kaxinawa, completa: “Aqui estamos fazendo um reforço do compromisso da gestão do governador Tião Viana pelos povos indígenas do Acre. Hoje somos, sem dúvida, o maior estado com esse diálogo construtivo tão aberto com sua população indígena”.