Tião Viana anuncia escolas de tempo integral e militar para Sena Madureira

(Foto: Sérgio Vale/Secom)

O governador Tião Viana participou de um encontro na tarde desta quarta-feira, 27, em Sena Madureira com educadores e alunos para agradecer a todos pelo resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ele ainda aproveitou a oportunidade para anunciar uma escola de ensino integral e uma escola militar no município para o ano que vem.

Todos os municípios do Acre alcançaram a meta do Ideb projetada para o ensino fundamental, de acordo com o resultado divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). O fato colocou o estado como o melhor avaliado na Região Norte, estando em primeiro lugar entre alunos do 1º ao 5º ano, segundo lugar do Norte no 6º ao 9º e nono lugar, a nível nacional, entre os que mais avançam no ensino médio.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o Acre saiu de uma nota de 3,8 no Ideb em 2007, para 6,1 em 2017, destacando uma grande melhoria em seu sistema educacional nos últimos 10 anos.

“O Acre era o último lugar nos índices educacionais há 20 anos. Hoje estamos em sexto lugar. Temos ainda o desafio do desenvolvimento e de agregar novas tecnologias, mas é a educação o ponto de partida para isso”, destacou o governador Tião Viana.

O secretário de Educação, Marco Brandão ainda destaca: “Viemos aqui em Sena Madureira para mostrar os resultados do Ideb e que o Acre tem sim educação de qualidade. E na oportunidade anunciamos que estamos organizando uma escola integral e uma militar aqui para o município de Sena Madureira”.

Quero Ler na etapa final

Aos 71 anos, Raimundo Vieira, não conseguiu frequentar a escola regularmente quando criança e agora aproveita a oportunidade do Quero Ler para aprender o domínio das letras e fazer amigos (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Na oportunidade, o governador ainda visitou uma turma do programa de alfabetização Quero Ler que já está em sua quarta e última etapa no município. Até o final do ano, Tião Viana planeja decretar o Acre livre do analfabetismo.

Entre os alunos, encontramos Raimundo Vieira, de 71 anos. Criado em colônia no interior, não conseguiu frequentar a escola regularmente quando criança e agora aproveita a oportunidade para aprender o domínio das letras e fazer amigos.

“Antes eu não sabia quase nada. Agora pelo Quero Ler já to aprendendo algumas letras e escrever umas coisinhas. Antigamente os pais da gente achavam muito melhor trabalhar na roça que estudar. Agora, depois que fiquei velho, apareceu a importância desse programa”, brinca o senhor.

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