Regulação

Sesacre realiza mutirão de exames no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), durante o mês fevereiro realiza um mutirão de exames no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into-AC).

Os exames são para os pacientes regulados, que já fizeram o atendimento na saúde do estado e buscavam a realização desse procedimento após autorização no sistema de regulação da Sesacre. Por conta da pandemia, houve uma queda nesses atendimentos, e para dar celeridade no andamento da fila de espera, estão sendo realizados na modalidade mutirão os exames: ressonância magnética, ultrassonografia e tomografia computadorizada.

Cerca de 700 pacientes serão atendidos neste sábado, 12. Foto: cedida.

O atendimento da clientela regulada acontece no Into-AC do dia 7 ao dia 28 de fevereiro, no período da manhã, tarde, noite e aos fins de semana para que a população possa ser atendida e receber o seu diagnóstico o quanto antes.

A gerente geral do Complexo Regulador Estadual, Glívia Torres, explica que o mutirão vai ajudar a Sesacre a diminuir a demanda reprimida por conta da pandemia da Covid-19: “O número de atendimentos foi reduzido por medida sanitária. Nós organizamos esse mutirão para dar vazão aos exames de imagem, pois eles são importantes no diagnóstico do paciente” explica.

A Sesacre espera fazer mais de 6000 exames represados neste mês de fevereiro. Foto: cedida.

A gestora ressalta ainda que o objetivo é reduzir ao máximo a demanda reprimida, pois a Sesacre já teve fila zerada para esses exames. Cerca de 16 funcionários do Complexo Regulador da secretaria estão em força tarefa, neste sábado, 12, confirmando o agendamento de 700 pacientes.

“Esperamos no mês de fevereiro atingir aproximadamente 6.260 exames. Nós temos um padrão mensal de realização de exames, mas esses três eram os que mais estavam reprimidos. Em março nós pretendemos ampliar os nossos atendimentos e dobrar a quantidade que já vínhamos fazendo nos últimos meses”, conclui Glívia Torres.