Saúde estadual participa de Oficina Nacional de Apoio ao Financiamento Federal da APS

Durante dois dias, equipes técnicas da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) participam, em Brasília, da Oficina Nacional de Apoio à Implantação do Novo Financiamento Federal da Atenção Primária à Saúde Previne Brasil, que teve início nesta segunda-feira, 10.

Encontro reúne apoiadores e coordenadores da Rede Colaborativa, secretários municipais de saúde, representantes e presidentes de Conselho de Secretarias Municipais de Saúde Foto: Luiz Filipe Barcelos-Conasems

O encontro reúne apoiadores e coordenadores da Rede Colaborativa, secretários municipais de Saúde de todo o país, representantes e presidentes de Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), entre outros profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo da oficina, de acordo com a coordenadora estadual do PlanificaSUS – vinculado à Sesacre -, Emanuelly Nóbrega, é promover o alinhamento da estratégia de implementação do novo modelo de financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS), buscando debater tecnicamente a gestão da APS do ponto de vista das três esferas: municipal, estadual e federal.

“Para nós, servidores da Sesacre, participar de um evento dessa magnitude é de fundamental importância, pois estaremos aptos a fomentar as discussões e assessoria técnica sobre o novo financiamento para os municípios e, consequentemente, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde”, ressalta Nóbrega.

Oficina de capacitação dos gestores vai qualificar o apoio aos municípios, mas, sobretudo, construir conjuntamente soluções para organização da APS Foto: Cedida

A oficina de capacitação dos gestores vai qualificar o apoio aos municípios, mas, sobretudo, construir conjuntamente soluções para organização da APS durante o período de transição do modelo de financiamento.

O novo modelo tem como base três critérios: o número de pessoas acompanhadas nos serviços de saúde, em especial as pessoas que participam de programas sociais, crianças e idosos; prioridade no tratamento de doenças crônicas como diabetes e redução de mortes de crianças e mães; e ainda,  adesão a programas estratégicos, como InformatizaAPS e Saúde na Hora, que amplia o horário de atendimento à população.

 

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