ação social

Primeira-dama recebe doações de empresas e entidades para as vítimas de enchentes

Ruas transformam-se em córregos. Barcos tiram o lugar dos carros como meios de locomoção. Imóveis e pertences submersos em meio à lama e muita água. Sair de sua casa, estar desabrigado e ir à procura de um abrigo, vendo a sua família à deriva. Essa é a realidade de quem sofre com as enchentes.

No meio de tanto desespero, nasce a união de todos, pois a solidariedade nessa hora se faz necessária. Assim, o governo do Acre, por meio do Gabinete da Primeira-Dama, recebeu nesta segunda-feira, 1º, no Palácio Rio Branco, na capital, doações para as vítimas de enchentes, oriundas de empresas e entidades locais e nacionais.

Primeira-dama, Ana Paula Cameli e diretor presidente da Energisa Acre, José Adriano Silva. Foto: Neto Lucena/Secom

A Energisa Acre, por meio do movimento Energia do Bem, realizou a doação de duas mil cestas básicas, que totalizam cerca de três toneladas de alimentos, e 1.600 kits com produtos e itens de limpeza ao governo do Estado.

Além disso, por meio do programa de Eficiência Energética da Energisa Acre e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a distribuidora vai substituir e disponibilizar 300 geladeiras para as famílias que tiveram os equipamentos danificados pelas enchentes, enquadradas no grupo da tarifa social e que estejam em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Primeira-dama Ana Paula Cameli e o presidente do Sinpal, José Luiz Felício. Foto: Neto Lucena/Secom

O Sindicato das Indústrias de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal) fez a doação de cerca de 140 kits de limpeza, cestas básicas e cerca de três mil garrafas de água.

As indústrias Gazin, empresa nacional, realizou a doação de 450 colchões de solteiro ao Estado, que atenderá muitas famílias afetadas pelas enchentes nos municípios acreanos.

Doação de 450 colchões foi feita pelas Lojas Gazin. Foto: Cedida

A primeira-dama do Estado, Ana Paula Cameli, recebeu e agradeceu cada doação. “Estou muito feliz com todas as doações que recebemos para ajudar tantas pessoas que estão precisando neste momento. As doações farão a diferença na vida das famílias em situação de vulnerabilidade social, em razão das cheias dos rios”, destacou.

Doações de kits de limpeza, cestas básicas e refrigeradores pela empresa Energisa Acre. Foto: Neto Lucena/Secom

Para o diretor-presidente da Energisa Acre, ações como essas reforçam o compromisso da empresa com os acreanos neste momento difícil.  “Estamos sensíveis diante da situação dessas famílias nos municípios afetados e nos mobilizamos para ajudar as pessoas que estão  passando por necessidades básicas”, salientou José Adriano.

Sensibilizado com a situação dos acreanos, o presidente do Sinpal, José Luiz Felício, afirmou que as indústrias de produtos alimentares sabem da necessidade surgidas neste momento e que essa é apenas uma forma de contribuir com o estado.

Doação realizada pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal). Foto: Neto Lucena/Secom

“Este auxílio é uma forma de contribuir com a sociedade e também incentivar outros a fazerem isso também. É mais uma parceria que a gente faz com o governo do Estado em favor dos que precisam”, ressaltou José Luiz Felício.

O Acre está enfrentando a pandemia do novo coronavírus e chegou a marca de 1.012 óbitos pela Covid-19. Também enfrenta um surto de Dengue nos municípios acreanos, uma crise imigratória com cerca de 500 imigrantes tentando passar pelo Peru e as enchentes dos rios acreanos, que deixou muitas famílias desabrigadas.

Colchões doados pelas indústrias Gazin serão destinados às famílias afetadas por enchentes no Acre Foto: Cedida

As indústrias Gazin sensibilizados com a campanha SOS Acre, doaram 450 colchões de solteiro, para as famílias que perderam tudo com as enchentes nos municípios acreanos.

“A Gazin fica feliz em contribuir com o cidadão acreano que está passando por tantos problemas com a pandemia, surto de Dengue e agora as enchentes. Estamos à disposição para ajudar nesse momento difícil que o estado enfrenta”, disse Ueliton Silva, gerente nacional das Indústrias Gazin.