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Policlínica Tucumã, em Rio Branco, oferece práticas integrativas e complementares para trabalhadores da Saúde

A Policlínica Tucumã, em uma abordagem ainda recente no Estado, passou a oferecer atendimento em práticas integrativas e complementares em saúde (Pics), por meio de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais da própria unidade, situada em Rio Branco. O projeto, dirigido aos trabalhadores da Saúde, teve início em outubro de 2020 e já contabiliza mais de 400 atendimentos.

Segundo uma das colaboradoras, a fonoaudióloga Jeanne Albuquerque, além da Policlínica Tucumã, o objetivo é levar a iniciativa para outras unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), organizando novas equipes para ofertar as práticas em âmbito hospitalar.

Fonoaudióloga Jeanne Albuquerque realizando técnica de Reiki, que consiste na imposição de mãos para canalizar energia vital, equilibrando o campo mental e emocional do paciente. Foto Júnior Aguiar/Secom.

O autocuidado, a escuta acolhedora, humanizada e integrada fazem parte da visão das práticas integrativas e complementares, que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para curar e prevenir diversas doenças.

“Hoje somos uma equipe pequena, mas já alcançamos muitos servidores. A intenção é ampliar o projeto, incluindo mais profissionais e incorporando a iniciativa em outras unidades, pois ‘cuidar dos cuidadores’ é essencial para que o ambiente de saúde seja estabelecido”, destaca a profissional.

A iniciativa trabalha com aromaterapia, reiki, auriculoterapia, além de uma gama de práticas corporais tradicionais como yoga, meditação, ventosaterapia, entre outras. O grupo também realiza rodas de conversas com os servidores que podem usufruir do serviço durante um mês inteiro, para que haja rotatividade na agenda. Os atendimentos individuais são realizados semanalmente e se destinam apenas aos trabalhadores da Policlínica Tucumã.

As Práticas Integrativas e Complementares são uma política do Sistema Único de Saúde (SUS), que incentiva o tratamento baseado na sabedoria de culturas tradicionais, como a chinesa, indiana e germânica, e por não causarem efeitos colaterais vêm sendo cada vez mais aplicadas para o controle e prevenção de doenças como hipertensão, diabetes, síndromes álgicas musculoesqueléticas, osteoporose, desequilíbrios hormonais, transtornos leves de ansiedade e depressão, por exemplo.