Em diálogo

Oficina debate prioridades para linhas de pesquisas na área de saúde

Diretor da Fapac frisou a importância do encontro (Foto: Angela Peres/Secom)

O governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Acre (Fapac) e da Secretaria de Saúde (Sesacre), promove junto a pesquisadores a oficina de definição das linhas de prioridades para a aplicação de recursos em propostas de pesquisas na área de saúde.

O evento teve início na quarta-feira, 26, e se encerra na tarde desta quinta, 27, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Durante toda esta quinta, pesquisadores da área acadêmica e gestores da Saúde estarão reunidos em grupos de trabalho para delimitar quais devem ser as áreas prioritárias que carecem de recursos no campo da pesquisa científica.

A definição irá nortear a próxima chamada do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS), que contempla o Acre há alguns anos.

Gestores e pesquisadores vão discutir eixos prioritários até o fim desta quinta (Foto: Angela Peres/Secom)

De acordo com o diretor-presidente da Fapac, Mauro Ribeiro, o objetivo é avaliar e discutir os principais eixos para os quais o Acre deseja dar repostas no âmbito científico pelos próximos meses. “Estamos abrindo o debate para que os próprios gestores e aqueles que atuam na área da pesquisa priorizem de forma mais objetiva a aplicação de recursos”, explicou.

O PPSUS fomenta atividades de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação de acordo com as necessidades de cada estado. No Acre, o próximo edital vai destinar o aporte de R$ 400 mil, provenientes do governo federal e contrapartida do Estado.

Para o consultor técnico do Ministério da Saúde José Eloy dos Santos, este momento é o mais importante de todas as edições do programa nos estados brasileiros. “O levantamento de indicadores nos últimos anos é essencial para que se avaliem as maiores necessidades de áreas que podem ter soluções com pesquisas científicas”, destacou.

Eloy destaca a oficina como o “momento mais importante” (Foto: Angela Peres/Secom)