Ministério da Educação viabiliza convênio para erradicação do analfabetismo

Ministro Mercadante anuncia que vai assinar convênio na ordem de R$ 6 milhões para a erradicação do analfabetismo no Acre (Foto: Cedida)
Ministro Mercadante anuncia convênio da ordem de R$ 6 milhões para erradicação do analfabetismo no Acre (Foto: Cedida)

O governador Tião Viana e o deputado federal Leo de Brito se reuniram em Brasília, nesta segunda-feira, 22, com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para tratar do plano de erradicação do analfabetismo no Acre, executado por meio do programa “Quero Ler”.

Mercadante se comprometeu a assinar, em março, um convênio que disponibiliza recursos da ordem de R$ 6 milhões para a promoção do programa no Acre. O ministro virá pessoalmente ao estado para a celebração do convênio, onde o Ministério da Educação passa a assumir o programa.

“Nós pedimos esse apoio ao ministro da Educação e ele se comprometeu em tornar o estado do Acre um território livre do analfabetismo. A assinatura do termo de convênio permitirá que o governo federal leve R$ 6 milhões para a continuidade desse trabalho que já está sendo feito hoje com o programa ‘Quero Ler’”, explicou Leo de Brito.

Presente à audiência, o secretário-adjunto de Estado de Educação e coordenador do programa “Quero Ler” no Acre, Moisés Diniz, disse que o recurso será essencial para o pagamento de bolsa e para a infraestrutura que possibilita a execução do programa, além do material didático, do aluno e do professor.

“O convênio será assinado agora em março, com a vinda oficial do ministro Mercadante, e em abril o governo já deve avançar para a parte operacional”, observou Diniz.

Léo de Brito lembrou que o Acre é um estado que teve 34% de analfabetismo e já conseguiu reduzir esse percentual a 10%. “Agora, o governador Tião Viana assumiu um compromisso com o futuro do Acre, para que o estado seja o primeiro da Região Norte, Centro-Oeste e Nordeste a zerar o analfabetismo”, afirmou o deputado.

O programa “Quero Ler”

O programa “Quero Ler” visa alfabetizar 20 mil acreanos, garantindo a eles o direito de ler e escrever, para posteriormente encaminhá-los a outros programas de âmbito estadual e federal voltados para a educação e formação de jovens e adultos, como o Pronatec. Além de alfabetizá-los, o objetivo é garantir a eles uma profissão.

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