Com esforços do governo, Acre reconquista certificado de adimplência com o Tesouro Nacional

O governo do Acre reconquistou o certificado de adimplente junto à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) após esforços da equipe econômica da Secretaria de Fazenda (Sefaz).

O estado havia sido caracterizado como inadimplente junto ao STN devido principalmente a atrasos no pagamento de dívidas com ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em dois momentos, um em 2017 e outro no final de 2018, contraídas ainda na gestão anterior.

A equipe definida pelo governador Gladson Cameli identificou as questões junto ao STN e reafirmou que as dívidas não precisaram de garantias de honra por parte da União, realçando o Acre a condição de bom pagador.

Assim, após a revisão, a STN declarou o Acre adimplente com a União, abrangendo o compromisso de todas as obrigações estabelecidas nos contratos de financiamento e refinanciamento concedidos ao Estado.

Raymson Bragado, secretário adjunto do Tesouro do Acre, explica que com o certificado, o Estado fica apto a captação de recursos para novos investimentos, já que agora há o aval para operações de crédito com concessão de garantia da própria União.

Também estiveram envolvidos nesse processo Pedro Brilhante, diretor de contabilidade geral do Estado; Eduardo Maia, Contador do Estado; e Paulo Pereira, chefe da divisão de dívida e haveres do Estado, além de toda a Assessoria Jurídica. Todos liderados pela secretária de Fazenda, Semírames Dias.

Conquistas econômicas

A volta do certificado de adimplência do Acre junto ao STN vem junto com uma série de conquistas da equipe econômica do Estado e esforços do próprio governador Gladson Cameli.

Recentemente, técnicos do governo do Acre e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciaram reuniões para analisar débitos do Estado com o banco referente a financiamentos contraídos no governo anterior e buscar formas de solução. A ideia é fazer um encontro de contas e renegociar débitos, permitindo suspender sanções impostas pela instituição financeira por problemas, como falta de pagamentos e que também impedem a continuidade das obras contratadas e a obtenção de créditos pelo Estado.

A equipe da Sefaz também já está trabalhando no Plano de Ajuste Fiscal de 2018 para a regularização de convênios do ano passado.

 

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